A Primeira Tentação de Amelia na Trilha

Trilhas beijadas pelo suor acendem fogos proibidos sob céus infinitos.

A

As Trilhas Sedosas de Amelia: Anseios Ocultos

EPISÓDIO 1

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Eu observei Amelia saindo do carro dela no ponto inicial da trilha remota, sua forma esguia posada contra as colinas acidentadas. O sol capturou seu cabelo castanho ondulado, e aqueles olhos verdes brilhavam com uma determinação quieta. Ela buscava solidão, mas algo em seu passo gracioso me atraiu. Como seu guia, insisti em acompanhá-la — segurança em primeiro lugar. Mal sabia eu que a subida íngreme transformaria nossa conversa em uma tensão ardente, levando a uma rendição à beira da trilha que nenhum de nós poderia resistir.

O ponto inicial da trilha estava escondido nas colinas, longe da civilização, onde o ar carregava o cheiro forte de pinheiro e terra. Amelia Davis chegou pontualmente, seu Jeep rangendo no cascalho ao estacionar. Ela desceu, toda graça e pose, seu corpo esguio de 1,65m vestido com leggings de trilha justas e uma jaqueta leve sobre um sutiã esportivo. Seu cabelo castanho ondulado médio balançava a cada passo, emoldurando seu rosto oval e aqueles olhos verdes penetrantes. Pele clara já brilhando sob o sol da manhã, ela parecia pronta para a solidão.

"Bom dia, Amelia", eu disse, Jax Harlan, o guia local que ela contratou em cima da hora. Alto, rústico de anos nessas trilhas, com um sorriso fácil que escondia meu interesse crescente. "Ouvi que você quer enfrentar a crista sozinha. Não posso deixar isso acontecer — remoto demais, íngreme demais. Ursos, escorregões... segurança em primeiro lugar. Vou com você."

Ela inclinou a cabeça, um desafio brincalhão nos olhos. "Jax, eu me viro sozinha. Já subi caminhos mais difíceis." Sua voz era suave, confiante, mas havia uma faísca, como se ela gostasse da resistência.

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Começamos a subir a trilha, o caminho se estreitando enquanto serpenteava íngreme por meio de pedras e flores silvestres. Seus passos eram hipnotizantes — graciosos, atléticos, quadris balançando o suficiente para atrair meu olhar. Suor brotava em seu pescoço, e nossa conversa fluía. "Você é sempre tão mandão com os clientes?", ela provocou, olhando para trás.

"Só com as que parecem precisar de salvação", retruquei, o coração acelerando. O vale se abria abaixo, vistas panorâmicas se estendendo infinitamente. A tensão fervia a cada risada compartilhada, cada roçar de ombros nas curvas apertadas. Quando chegamos ao ponto de descanso — uma plataforma plana com vistas incríveis —, ela estava corada, jaqueta desabotoada, revelando a curva de seu sutiã esportivo. Eu senti então, a mudança de guia para algo perigosamente mais.

Chegamos ao ponto de descanso, uma plataforma aquecida pelo sol projetando-se sobre o vale, vistas panorâmicas de colinas ondulantes e picos distantes sob um céu sem nuvens. Amelia se encostou em uma pedra, respirando ofegante da subida, sua pele clara reluzindo de suor. "Meu Deus, tá mais quente do que eu pensei", murmurou ela, abrindo totalmente a jaqueta e tirando-a. Por baixo, só o sutiã esportivo colado em seus peitos 34B, mamilos levemente delineados contra o tecido fino pela brisa.

Eu engoli em seco, tentando manter a calma, mas seu corpo esguio arqueou ligeiramente enquanto ela se esticava, cabelo castanho ondulado grudando no pescoço. "Tudo bem aí atrás, Jax? Você parece... intenso." Seus olhos verdes travaram nos meus, lábios curvando em um sorriso cúmplice.

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O ar engrossou, carregado como antes de uma tempestade. Eu me aproximei, o calor entre nós rivalizando com o sol. "Não consigo evitar. Te ver se movendo assim... hipnotizante." Minha mão roçou seu braço, hesitante, elétrica. Ela não se afastou; em vez disso, inclinou a cabeça, respiração acelerando.

Ela tirou o sutiã esportivo devagar, expondo seus peitos perfeitos e empinados, mamilos endurecendo no ar aberto. Pele clara corando em rosa, ela os segurou levemente, provocando. "Alívio", sussurrou ela, mas seu olhar gritava convite. Eu estava mesmerizado, pulso trovejando. Nossos corpos a centímetros um do outro, o mundo abaixo esquecido, só o puxão de sua forma posada me atraindo. A tensão se enrolava apertada, pronta para estourar.

Sua forma sem blusa contra a pedra me desmontou. Eu fechei a distância, mãos emoldurando seu rosto oval, polegares traçando sua mandíbula enquanto a beijava — fundo, faminto. Amelia gemeu baixinho na minha boca, "Mmm, Jax... sim", seus olhos verdes se fechando. Seus braços esguios envolveram meu pescoço, peitos pressionando contra meu peito, mamilos como diamantes raspando minha camisa.

Eu desci beijos pelo pescoço dela, provando o sal em sua pele clara, mãos percorrendo sua cintura estreita, polegares enganchando em sua legging. Ela ofegou, "Meu Deus", arqueando enquanto eu as descia junto com a calcinha, expondo sua buceta lisa, já reluzente. Ajoelhando, separei suas coxas, respiração quente contra suas dobras. Minha língua chicoteou seu clitóris, círculos lentos construindo seus gemidos. "Ahh... Jax, isso é..." Seus dedos se enredaram no meu cabelo, quadris se mexendo gentilmente.

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A preliminar se intensificou; chupei seu clitóris, dois dedos deslizando em seu calor apertado, curvando contra seu ponto G. Ela tremeu, gemidos subindo — "Mmmph, sim, bem aí!" —, seus sucos cobrindo minha mão. De repente, ela se estilhaçou, orgasmo rasgando por ela, coxas apertando minha cabeça enquanto gritava, "Porra, tô gozando!" Ondas pulsaram ao redor dos meus dedos, seu corpo tremendo ao sol.

Eu me levantei, tirando as roupas rápido, meu pau duro saltando livre. Ela o olhou faminta, depois se deitou em um tapete macio de grama, pernas se abrindo amplo. "Me come, Jax." Eu me posicionei sobre ela em missionário, esfregando a cabeça grossa na entrada escorregadia dela. Uma estocada, e eu estava enterrado fundo, suas paredes me apertando como veludo. "Ohhh", ela gemeu, pernas envolvendo minha cintura.

Eu a fodi com estocadas ritmadas, cada mergulho fundo arrancando suspiros ofegantes — "Mais forte... ahh!" Seus peitos 34B balançavam a cada impacto, pele clara corando mais fundo. Eu me inclinei, chupando um mamilo, estocando mais rápido, nossos corpos escorregadios de suor. A vista panorâmica nos enquadrava, o risco elevando tudo — qualquer um poderia passar na trilha. Suas unhas arranharam minhas costas, músculos internos apertando. "Tô quase de novo", ela ofegou.

Eu anglei mais fundo, moendo seu clitóris com minha pélvis, e ela explodiu, gritando, "Sim, Jax! Gozando tão forte!" Sua buceta espasmou, me ordenhando sem piedade. Eu gozei em seguida, gemendo, "Amelia... porra!" bombeando jatos quentes fundo dentro dela. Desabamos, ofegantes, seus olhos verdes travados nos meus, brilho pós-orgasmo radiante. Mas o desejo persistia; isso era só o começo.

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Ficamos deitados embolados na grama, respirações sincronizando enquanto o sol aquecia nossa pele nua. A cabeça de Amelia descansava no meu peito, seu cabelo castanho ondulado fazendo cócegas no meu braço, pele clara marcada com vermelho leve do meu aperto. Seus peitos 34B subiam e desciam suavemente, mamilos ainda pedregosos. Eu acariciei suas costas, sentindo-a tremer. "Isso foi... incrível", sussurrou ela, olhos verdes erguendo para os meus, vulnerável mas ousada.

"Você é incrível", respondi, beijando sua testa. "Nunca esperei isso em um trabalho de guia." Risadas borbulharam entre nós, aliviando a intensidade. Ela traçou círculos nos meus abdominais. "Eu também não. Mas seus olhos em mim o trilho todo... senti crescendo. Como se você visse através da minha pose."

Conversamos sobre sonhos — seu amor por trilhas como escape, minha vida guiando aventureiros. A vulnerabilidade aprofundou o laço; sua mão graciosa na minha parecia certa. "Lugar perigoso", murmurei, olhando para a plataforma aberta. "Mas valeu cada risco." Ela sorriu, se aninhando mais perto. "Mais que valeu. Não para agora."

O vento sussurrava promessas, seu corpo se mexendo contra o meu de novo. Ternura alimentou uma fome fresca, a vastidão do vale espelhando nossa conexão expandindo.

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Suas palavras me acenderam de novo. Amelia se ergueu, olhos verdes fumegando, me empurrando para sentar contra a pedra. Ela montou brevemente, moendo sua buceta molhada no meu pau endurecendo, gemendo baixo, "Mmm, ainda tão sensível." Mas ela queria mais selvagem. "De quatro", sussurrou ela, virando de quatro, bunda empinada, costas esguias arqueadas perfeitamente, lábios da buceta inchados e convidativos.

Eu me ajoelhei atrás, agarrando sua cintura estreita, esfregando a cabeça grossa na fenda dela. "Tem certeza? Aqui fora?" "Porra, sim", ela urgiu, empurrando para trás. Eu estocada em estilo cachorrinho, fundo e cheio, seu gemido ecoando — "Ahhh, Jax, tão fundo!" Suas paredes apertaram forte, sucos escorrendo pelas coxas.

Eu bati ritmicamente, mãos nos quadris dela, vendo sua bunda ondular a cada tapa de pele. Ela balançava para trás, encontrando cada estocada, cabelo ondulado balançando. "Mais forte... meu Deus, sim!" Eu alcancei por baixo, dedos circulando seu clitóris, construindo rápido. A preliminar se misturou perfeitamente; ela tremeu, outro orgasmo crescendo do ataque duplo. "Vou gozar de novo... não para!" Seu corpo tensionou, buceta inundando enquanto gritava, "Fuuuck!" convulsionando selvagemente.

Não terminado, eu a virei levemente no ritmo, uma perna sobre meu ombro para ângulo mais fundo, martelando sem piedade. Seus peitos 34B balançavam, pele clara escorregadia, olhos verdes revirando em êxtase. "Você parece enorme... me enchendo!" O risco amplificava tudo — plataforma exposta, sons distantes da trilha. Eu rosnei, "Goza comigo, Amelia."

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Ela gozou, se estilhaçando mais forte, "Jax! Sim, gozando!" me ordenhando para a erupção. Eu enterrei fundo, rugindo, "Toma tudo!" inundando seu núcleo pulsante. Desabamos para frente, seus gemidos virando ganidos, corpos fundidos no pós-gozo. Suor se misturou, corações trovejando — a trilha nos reivindicara totalmente.

Enquanto nos vestíamos, a realidade voltava — o sol descendo, sombras alongando sobre o vale. Amelia ficou posada de novo, mas mudada: mais ousada, olhos brilhando com segredo compartilhado. "Jax, isso... você... explodiu minha mente." Eu a puxei perto, beijando fundo. "O mesmo, linda. Vamos fazer isso de novo — direito."

Ajustando sua jaqueta, algo escorregou do meu bolso — uma fita de seda, bordas desgastadas captando a luz. Ela flutuou ladeira abaixo. "Merda", murmurei, mas já era tarde. Amelia riu, entrelaçando braços. "Souvenir para os deuses da trilha."

Descendo, a euforia zumbia, mas então seu passo vacilou. Ela congelou, olhando para longe pela crista. Ali, meio escondida por arbustos, uma figura: uma mulher segurando exatamente a fita, nos observando intensamente. A respiração de Amelia falhou. "Jax... quem é aquela? Ela tem sua fita." Um arrepio correu pela minha espinha — quem era ela, e quanto tempo tinha visto?

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Amelia Davis

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