As Mãos Curativas de Abigail Deslizam para o Desejo Proibido

Uma massagem carinhosa desperta desejos há muito adormecidos no toque de uma madrasta negligenciada

A

A Delicada Queda de Abigail nos Desejos em Brasas

EPISÓDIO 1

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Entrei mancando em casa depois do jogo de futebol, minha coxa latejando como um tambor por causa daquela entrada brutal. A sala de estar estava banhada na luz dourada suave da tarde tardia, filtrando através das cortinas finas sobre a janela de sacada. Nossa aconchegante casa suburbana em Ottawa parecia um santuário, com seu sofá seccional fofinho, almofadas espalhadas em tons terrosos e o leve aroma de lavanda do difusor na mesa de centro. Abigail, minha madrasta, apareceu na hora, seu cabelo lilás trançado em uma bela trança de peixe que balançava suavemente enquanto ela corria até mim. Aos 20 anos, ela era jovem para o papel, mas sua natureza gentil e empática a tornava perfeita — sempre a primeira a nos remendar, ouvir sem julgar.

Ela estava vestida simplesmente para o fim de semana: uma regata branca justa que abraçava seu corpo pequeno, delineando sutilmente seus peitos médios, combinada com leggings de ioga cinza macias que grudavam em seus quadris estreitos e pernas tonificadas. Sua pele mel brilhava sob a luz, olhos castanhos claros arregalados de preocupação enquanto me guiava até o sofá. 'Ethan, ó amor, isso parece feio. Senta aqui, deixa eu cuidar de você', disse ela, sua voz uma melodia suave com aquele sotaque canadense gentil. Fiz uma careta ao me acomodar nos almofadões, sentindo o couro fresco contra minhas costas. Ela se ajoelhou na minha frente, seu rosto oval inclinado para cima, lábios carnudos entreabertos de preocupação. Suas mãos, pequenas mas fortes da ioga, pairavam sobre minha coxa machucada.

Havia algo em Abigail que sempre me atraía — sua empatia não era só palavras; era no jeito como ela se inclinava perto, sua trança roçando meu joelho, seu hálito quente. Mark, o marido dela e meu pai, estava fora em uma viagem de negócios, deixando a casa silenciosa exceto pelo zumbido distante da geladeira. Enquanto ela examinava o hematoma roxo florescendo na minha pele, seus dedos roçaram levemente, enviando uma faísca inesperada pela minha perna. Me mexi, tentando ignorar, mas seu toque demorou um segundo a mais. Ela mordeu o lábio, olhos castanhos claros piscando para os meus. 'Isso precisa de uma massagem direito. Vai ajudar no inchaço. Lá em cima no seu quarto?' Sua voz tinha um toque de hesitação, mas sua bondade venceu. Meu coração acelerou — não só pela dor, mas pela proximidade elétrica do corpo dela tão perto do meu. Mal eu sabia que esse toque curativo estava prestes a escorregar para algo bem mais perigoso.

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Subimos devagar, meu braço sobre o ombro de Abigail para apoio. Seu corpo estava quente contra o meu, pequeno mas firme, sua trança fazendo cócegas na minha bochecha a cada passo. O corredor estava forrado de fotos de família — Mark e ela no dia do casamento, eu criança no treino de futebol — e me bateu como isso era surreal. Ela era só uns anos mais velha que meus amigos da faculdade, tendo se casado com o papai jovem depois de um romance relâmpago. Mas ela sempre foi a estável, empática demais, especialmente depois que a mamãe foi embora anos atrás.

No meu quarto, o ar estava mais fresco, sol inclinando pelas persianas semi-cerradas sobre a cama desarrumada e pôsteres de estrelas do futebol nas paredes. Pôsteres de Messi e Ronaldo nos encaravam enquanto ela me ajudava a deitar de bruços no colchão, apoiando almofadas sob meus quadris. 'Só relaxa, Ethan. Respira fundo', murmurou ela, pegando um frasco de óleo de massagem do kit de banho dela. Sua voz era calma, mas peguei um leve tremor. Assenti no travesseiro, inalando o leve baunilha da pele dela misturado ao ar rançoso do quarto da sessão de games da noite anterior.

Ela se sentou levemente sobre minhas panturrilhas para ter alavancagem, as leggings de ioga sussurrando contra meus shorts — um som que não foquei, mas registrei. Suas mãos aqueceram o óleo entre as palmas, depois pressionaram na minha coxa. Círculos firmes no início, terapêuticos, amassando o nó. 'A pressão tá boa? Tá forte demais?', perguntou ela, inclinando-se para frente, seu hálito soprando no meu pescoço. 'Perfeita', murmurei, mas não era só a massagem. Cada pressão enviava ondas de alívio — e algo mais quente — por mim. Seus dedos dançaram mais alto, roçando a barra dos meus shorts. Fiquei tenso, pulso acelerando. Era imaginação minha, ou o toque dela demorava?

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'Me conta do jogo', disse ela, mudando o papo, seus polegares cavando mais fundo. Contei da entrada, do rugido da torcida, mas minha mente vagava para a proximidade dela. Sua empatia brilhava nas perguntas, interesse genuíno amolecendo sua voz. No entanto, à medida que os minutos passavam, o quarto esquentava, o calor do corpo dela se infiltrando. Um suspiro suave escapou dela — frustração? Desejo? Meu corpo reagiu traiçoeiramente, excitação se mexendo apesar da dor. Ela parou, mãos imóveis. 'Você tá tenso em todo lugar, não só aqui.' Seus dedos subiram pelas minhas costas baixas por baixo da camisa, inocente mas incendiando. Engoli em seco, a tensão se enrolando como uma mola. Mark estava fora, a casa vazia, mas essa linha que pisávamos parecia perigosamente fina. A bondade dela estava rachando algo cru em nós dois.

As mãos de Abigail ficaram mais ousadas, subindo meus shorts levemente para expor mais coxa. 'Esse hematoma é fundo; preciso de melhor acesso', sussurrou ela, voz agora ofegante. O óleo brilhava na minha pele, suas palmas deslizando suavemente. Senti ela se mexer para frente, seus peitos roçando minhas costas através da regata — macios, cedendo. Um suspiro escapou de mim, involuntário. Ela congelou. 'Desculpa, machucou?' Mas seus olhos castanhos claros, quando olhei para trás, tinham calor, não pedido de desculpas.

'Não... tá bom', admiti, voz rouca. Encorajada, ela tirou a regata, jogando de lado. De seios à mostra agora, seus peitos médios livres, mamilos endurecendo no ar fresco — perfeitamente arredondados, pele mel corada. 'Tá quente aqui. Mais fácil assim', disse ela, mas suas bochechas coraram. Ela derramou mais óleo, esfregando nos próprios braços, depois de volta pra mim. Seu peito nu pairava perto enquanto trabalhava meus ombros, mamilos roçando minha pele. Choques elétricos iam direto pro meu saco.

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'Vira de lado', pediu ela suavemente, me ajudando. Rosto a rosto, seu corpo pequeno cavalgava meus quadris, leggings esticadas sobre suas curvas. Minha ereção pulsava contra os shorts, óbvia. Ela mordeu o lábio, olhos descendo, mas não se afastou. Em vez disso, suas mãos untadas vagaram pelo meu peito, polegares circulando meus mamilos. 'Relaxa nisso', soprou ela, inclinando-se, trança caindo para frente. Seus peitos balançavam suavemente, a centímetros da minha boca. Estendi a mão hesitantemente, mãos na cintura dela — fina, quente. Ela gemeu baixinho, um som como rendição.

Nossos olhos se trancaram, castanhos claros nos meus azuis. 'Abigail...' sussurrei, dedos traçando suas laterais, roçando a parte de baixo dos peitos dela. Ela arqueou, mamilos endurecendo mais. 'Ethan, a gente não devia... mas seu toque...' Seus quadris roçaram sutilmente, moendo contra minha rigidez através do tecido. O foreplay acendeu, suas mãos descendo, provocando a cintura dos shorts. A tensão zumbia, sua empatia se torcendo em fome. O descaso que ela insinuava — as viagens longas de Mark — espelhava minhas frustrações. Seu corpo tremia, respirações acelerando, enquanto meus polegares roçavam seus mamilos de verdade, arrancando um suspiro. 'Meu deus, sim...' A linha se borrava, seu corpo de seios à mostra uma visão de tentação proibida.

A represa rompeu quando a mão de Abigail escorregou por baixo dos meus shorts, envolvendo minha rola latejante. 'Ethan, você tá tão duro... por mim?', ofegou ela, masturbando devagar, óleo lubrificando. Gemi, empurrando pra cima. 'Sim, sempre.' Ela tirou as leggings em frenesi, revelando calcinha de renda encharcada. Mas me empurrou de volta, subindo mais, posicionando sua buceta pingando sobre meu rosto. 'Me lambe primeiro', implorou ela, empatia cedendo à necessidade crua.

Mergulhei ansioso, língua lambendo suas dobras — néctar doce e almiscarado inundando minha boca. Ela gemeu fundo, 'Ahh, Ethan... porra...' moendo pra baixo, seu clitóris inchando contra meus lábios. Seu corpo pequeno tremia, mãos no meu cabelo, trança balançando. Chupei seu clitóris, dedos abrindo seus lábios, mergulhando na quentura apertada dela. Ela gritou, 'Sim, aí mesmo!' Seus sucos cobriam meu queixo, buceta contraindo enquanto o orgasmo crescia. Lambi mais rápido, língua sondando fundo, sentindo suas paredes tremularem.

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Seus gemidos variavam — choramingos agudos virando rosnados guturais. 'Não para... mmmph!' Ela cavalgou meu rosto mais forte, nádegas flexionando, ânus piscando enquanto se abria mais. O prazer atingiu o pico; ela se estilhaçou, gritando, 'Tô gozando!' Ondas bateram, buceta jorrando na minha língua. Bebi tudo, segurando seus quadris enquanto ela se debatia loucamente, corpo convulsionando em êxtase. Olhos castanhos claros reviraram, lábios abertos em êxtase.

Mas ela não tinha terminado. Ofegante, escorregou pra baixo, arrancando meus shorts. 'Sua vez de me sentir.' Não, espera — esse momento se esticou enquanto ela pairava, provocando a cabeça da minha rola contra sua entrada. Mas primeiro, exigiu mais adoração oral, virando de costas, moendo reverso, minha língua mergulhando de novo na buceta espasmódica dela. Saliva misturada aos sucos dela pingando. Seus gemidos ecoavam, 'Mais fundo, gostoso...' Obedeci, nariz enterrado na bunda dela, lambendo vorazmente. Outro clímax a rasgou, pernas tremendo, 'Fuuuuck!' Ela desabou momentaneamente pra frente, depois girou, olhos selvagens.

O ar grosso com o cheiro dela, quarto girando de calor. Seu corpo faminto por descaso exigia tudo — minha língua circulava seu clitóris sem parar, agora dois dedos dentro, curvando no ponto G dela. Ela uivou, uma sinfonia de 'Meu deus, Ethan... sim!' O prazer cresceu de novo, seu corpo pequeno arqueando como um arco. A liberação bateu forte, buceta esguichando levemente, me encharcando. Ela tremeu, sussurrando, 'Tão bom... nunca senti isso.' Nós dois ofegamos, corpos escorregadios, o ato proibido selando nossa queda. Sua bondade havia soltado uma torrente, minha madrasta agora minha amante nessa névoa de prazer oral.

Abigail desabou ao meu lado, seu corpo nu se enroscando no meu, cabeça no meu peito. Suor brilhava em sua pele mel, trança lilás desfeita agora, fios emoldurando seu rosto corado. Ficamos embolados nos lençóis, respirações sincronizando. 'Ethan... isso foi... não me sinto desejada assim há tanto tempo', sussurrou ela, traçando círculos nos meus peitorais. Seus olhos castanhos claros brilhavam com lágrimas — culpa? Alegria?

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Acariciei suas costas, sentindo-a tremer. 'Eu também não. Você é incrível.' Honestidade jorrou; as ausências de Mark a faminto, minha juventude a acendia. 'Mas somos família', murmurou ela, mas se aninhou mais, perna drapejando a minha. Beijos ternos seguiram — suaves, exploratórios. 'Promete que fica só nosso?' Assenti, coração inchando com emoção inesperada. Sua empatia nos envolveu, transformando tabu em conexão.

Conversamos sobre sonhos — seu passado de modelo deixado de lado pelo casamento, minhas ambições no futebol. Risadas borbulharam, aliviando a tensão. Sua mão vagou mais baixo provocativamente. 'Pronto pra mais?', ronronou ela, vulnerabilidade à mostra. O quarto parecia sagrado, nosso laço se aprofundando além da carne.

O desejo reacendeu, Abigail me empurrou de costas, cavalgando minha cintura. 'Preciso de você dentro de mim', ofegou ela, guiando minha rola para sua entrada encharcada. Devagar, afundou — apertada, paredes de veludo me envolvendo centímetro por centímetro. Nós dois gememos, 'Ahh... tão cheia!' Seu corpo pequeno balançava, peitos quicando suavemente. Segurei seus quadris, empurrando pra cima pra encontrá-la.

Missionário veio em seguida; virei ela gentilmente, pernas sobre meus ombros pra penetração funda. 'Sim, mais fundo!', gritou ela, unhas arranhando minhas costas. Cada estocada a esticava, cabeça da rola beijando o colo do útero. Sensações sobrecarregavam — sua buceta contraía ritmicamente, sucos chapinhando. 'Mais forte, Ethan... fode sua madrasta!' Suas palavras me inflamaram, socando sem piedade. Gemidos se misturavam — seu 'Mmmph!' ofegante aos meus grunhidos guturais.

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Posição mudou sem costura; tornozelos dela trancados atrás do meu pescoço, permitindo estocadas ultra-fundas. Prazer se enrolava apertado no núcleo dela, olhos castanhos claros trancando os meus. 'Sou sua... goza comigo!' O clímax subiu — suas paredes espasmearam primeiro, orgasmo a rasgando. 'Gozaaando... meu deus!' Ela convulsionou, me ordenhando. Eu segui, explodindo fundo, jatos quentes enchendo ela. Trememos juntos, gemidos virando choramingos.

Mas stamina jovem, fiquei duro. Moagens lentas agora, saboreando os tremores. Seu clitóris moía na base da minha rola, acendendo mini-clímaxes. 'De novo... não para', implorou ela, pernas tremendo. Variei o ritmo — fundo e lento depois frenético. Corpos suados batiam, quarto ecoando suspiros. Segundo pico a atingiu como raio, 'Fuuuuck, sim!' Buceta jorrou, encharcando os lençóis. Saí brevemente, esfregando seu clitóris, depois mergulhei de volta no missionário, caçando liberação mútua.

Profundidade emocional subiu — seu descaso curado em ondas de prazer. 'Adoro como você me preenche... tão fundo', sussurrou ela no meio da estocada. Beijei-a ferozmente, línguas dançando enquanto quadris bombavam. Clímax final: orgasmos sincronizados, seus gritos abafados no meu ombro. Desabamos, ainda conectados, corações batendo em uníssono. A intensidade nos uniu irrevogavelmente, seu corpo um refúgio de êxtase proibido.

O afterglow nos envolveu, Abigail aninhada nos meus braços, dedos entrelaçados. 'Isso mudou minha vida', suspirou ela, beijando meu queixo. Culpa piscou — foto de Mark na cômoda — mas prazer dominava. Seu corpo relaxou, forma pequena se moldando à minha. 'Não podemos contar pra ninguém.' Concordei, acariciando seu cabelo, laços emocionais se fortalecendo.

De repente, a porta da frente clicou lá embaixo. Passos — Mark em casa cedo? Abigail pulou, olhos arregalados. 'Merda!' Suspiros abafados escaparam enquanto corríamos atrás de roupas, corações disparados. Da escada, sua voz: 'Abigail? Ethan?' Suspense pairava — ele ouvia nossas respirações pesadas lá de cima?

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Abigail Ouellet

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